terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Fundamentos da Gestão de Projetos

Após o estudo da Unidade Didática – Fundamentos da Gestão de Projetos – Conceitue: 1)O que é um projeto. “um projeto é empreendimento temporário, com objetivo de criar um produto ou serviço único” (segundo o PMI). Projetos visam obter um determinado benefício e se desenvolvem por um período de tempo específico. No Exército, podem ser de inovação ou de melhoria. Criam-se escritórios de projetos para centralizar os esforços de planejamento estratégico e facilitar a comunicação das iniciativas. 2) O que é gerência de projetos. É a aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas para projetar atividades que visem atingir os requisitos dos projetos. [PMBoK (2000)]. O gerenciamento de projetos é acompanhado através do uso de processos. O moderno gerenciamento de projetos, caracteriza-se pela inclusão de novas áreas de conhecimento, com a finalidade de melhor atender ao cliente. Logo, as informações assumem um papel decisivo nas atividades gerenciais. O trabalho sob o conceito de processos (que quer dizer: como cumprir a missão, como se atingir os objetivos propostos) permite a análise mais acurada dos problemas, ocasionando uma visão mais integrada e abrangente da gestão necessária, em meio a situações desafiadoras criadas pelo ambiente em constante mutação. O PEG-EB tem por finalidade precípua a “adoção de práticas gerenciais que conduzam a um melhor desempenho dos projetos e processos, bem como, a melhoria da qualidade dos produtos e serviços na Instituição”. E por isso depende de informações confiáveis e precisas para alimentar indicadores de desempenho. Relacione: 3)Quantos e quais são as áreas de conhecimento da gerência de projetos. São nove áreas (que descrevem os processos que as compõem): -gerência do escopo; -gerência do tempo ; -gerência do custo; -gerência da qualidade; -gerência de recursos humanos; -gerência da comunicação; -gerência de risco; -gerência das aquisições; -gerência da integração. ALAIRTO ALMEIDA CALLAI – Cel CPAEx/EAD – 7, Turma - 2006 Refr: - Administração Vol. 2, ECEME, 2005/2006, ANGELO VALLE

sábado, 19 de janeiro de 2013

O Brasil nunca pertenceu aos índios por Sandra Cavalcanti

O Brasil nunca pertenceu aos índios Sandra Cavalcanti Quem quiser se escandalizar, que se escandalize. Quero proclamar, do fundo da alma, que sinto muito orgulho de ser brasileira. Não posso aceitar a tese de que nada tenho a comemorar nestes quinhentos anos. Não agüento mais a impostura dessas suspeitíssimas ONGs estrangeiras, dessa ala atrasada da CNBB e dessas derrotadas lideranças nacional-socialistas que estão fazendo surgir no Brasil um inédito sentimento de preconceito racial. Para começo de conversa, o mundo, naquela manhã de 22 de abril de 1500, era completamente outro. Quando a poderosa esquadra do almirante português ancorou naquele imenso território, encontrou silvícolas em plena idade da pedra lascada. Nenhum deles tinha noção de nação ou país. Não existia o Brasil. Os atuais compêndios de história do Brasil informam, sem muita base, que a população indígena andava por volta de cinco milhões. No correr dos anos seguintes, segundo os documentos que foram conservados, foram identificadas mais de duzentos e cinqüenta tribos diferentes. Falando mais de 190 línguas diferentes. Não eram dialetos de uma mesma língua. Eram idiomas próprios, que impediam as tribos de se entenderem entre si. Portanto, Cabral não conquistou um país. Cabral não invadiu uma nação. Cabral apenas descobriu um pedaço novo do planeta Terra e, em nome do rei, dele tomou posse. O vocabulário dos atuais compêndios não usa a palavra tribo. Eles adotam a denominação implantada por dezenas de ONGs que se espalham pela Amazônia, sustentadas misteriosamente por países europeus. Só se fala em nações indígenas. Existe uma intenção solerte e venenosa por trás disso. Segundo alguns integrantes dessas ONGs, ligados à ONU, essas nações deveriam ter assento nas assembléias mundiais, de forma independente. Dá para entender, não? É o olho na nossa Amazônia. Se o Brasil aceitar a idéia de que, dentro dele, existem outras nações, lá se foi a nossa unidade. Nos debates da Constituinte de 88, eles bem que tentaram, de forma ardilosa, fazer a troca das palavras. Mas ninguém estava dormindo de touca e a Carta Magna ficou com a palavra tribo. Nação, só a brasileira. De repente, os festejos dos 500 anos do Descobrimento viraram um pedido de desculpas aos índios. Viraram um ato de guerra. Viraram a invasão de um país. Viraram a conquista de uma nação. Viraram a perda de uma grande civilização. De repente, somos todos levados a ficar constrangidos. Coitadinhos dos índios! Que maldade! Que absurdo, esse negócio de sair pelos mares, descobrindo novas terras e novas gentes. Pela visão da CNBB, da CUT, do MST, dos nacional-socialistas e das ONGs européias, naquela tarde radiosa de abril teve início uma verdadeira catástrofe. Um grupo de brancos teve a audácia de atravessar os mares e se instalar por aqui. Teve e audácia de acreditar que irradiava a fé cristã. Teve a audácia de querer ensinar a plantar e a colher. Teve a audácia de ensinar que não se deve fazer churrasco dos seus semelhantes. Teve a audácia de garantir a vida de aleijados e idosos. Teve a audácia de ensinar a cantar e a escrever. Teve a audácia de pregar a paz e a bondade. Teve a audácia de evangelizar. Mais tarde, vieram os negros. Depois, levas e levas de europeus e orientais. Graças a eles somos hoje uma nação grande, livre, alegre, aberta para o mundo, paraíso da mestiçagem. Ninguém, em nosso país pode sofrer discriminação por motivo de raça ou credo. Portanto, vamos parar com essa paranóia de discriminar em favor dos índios. Para o Brasil, o índio é tão brasileiro quanto o negro, o mulato, o branco e o amarelo. Nas nossas veias correm todos esses sangues. Não somos uma nação indígena. Somos a nação brasileira. Não sinto qualquer obrigação de pedir desculpas aos índios, nas festas do Descobrimento. Muitos índios hoje andam de avião, usam óculos, são donos de sesmarias, possuem estações de rádio e TV e até COBRAM pedágio para estradas que passam em suas magníficas reservas. De bigode e celular na mão, eles negociam madeira no exterior. Esses índios são cidadãos brasileiros, nem melhores nem piores. Uns são pobres. Outros são ricos. Todos têm, como nós, os mesmos direitos e deveres. Se começarem a querer ter mais direitos do que deveres, isso tem que acabar. O Brasil é nosso. Não é dos índios. Nunca foi.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Calos nos pés - Por Caldato W.

Na dermatologia, um calo é uma área dura de pele, que se tornou grossa e rígida como uma resposta a repetidos contatos e pressões. Sapatos apertados podem freqüentemente causar calos nos pés. Os calos apresentam três formas clínicas distintas: helomas, tilomas e hiperqueratosianas. Dependendo das suas características e da forma como são tratados, podem ou não deixar alterações cutâneas visíveis e sintomáticas, mas de uma forma geral é possível eliminá-los de forma a que a pele adquira o seu aspecto e integridade normais. É importante perceber que os calos surgem em zonas de maior pressão e/ou fricção e são um mecanismo natural de defesa da própria pele em resposta a estas alterações. Desta forma só é possível tratar definitivamente um calo ou calosidade se for tratada a alteração que o origina, seja ela externa (calçado inadequado), ou interna, como uma alteração estrutural do pé (óssea). fonte: Wikipédia// A sociedade brasileira - e provavelmente o resto do mundo - está ficando calejada com cenas de violência e a barbárie sendo apresentada diariamente na televisão, sem qualquer prurido. Cenas de homicídio são banalizadas diariamente pelas câmeras de segurança, satisfazendo a curiosidade e o apetite de muitos. O quê justifica isso? Melhora o IBOPE? Será que o cidadão comum merece ver isso? Não será mais apropriado para o BOPE? Acredito que pagamos um preço por isso. A sociedade está ficando mais violenta. As pessoas acabam interpretando o que vêem na TV. Proibir filmes com cenas de violência? Não faz sentido, diante das cenas reais que rodam o mundo a serviço do sensacionalismo. Ah, mas isso faz parte da vida . . . e as coisas boas, não? Cada um cria em torno de si a atmosfera que lhe apraz. Constrói seu inferno ou seu paraíso. A violência não diminui com o recolhimento de armas. Diminui com educação e a prática do respeito ao próximo, princípios que se aprende em casa e se exercita na escola. Quem planta vento, colhe tempestade. Observe a nação do norte. Veja o que tem acontecido em seu próprio quintal. Recolham-se os revolveres, espalhar-se-ão as facas. Recolham-se as facas, espalhar-se-ão as pedras. Dá pra recolher as pedras?! Vamos remover nossos calos. Esses, sim. Repudiemos a banalização do crime e da violência. Digamos não ao sensacionalismo exacerbado dos canais de TV. E sobretudo, nos reaproximemos de Deus. ELE está onde sempre esteve. Delenda Cartago!

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE

A instalação da Comissão Nacional da Verdade, na data de ontem, em cerimônia tornada pública pela imprensa falada e escrita, permitiu ao povo brasileiro compartilhar da emoção com o sofrimento das famílias dos desaparecidos que participaram de ações em decorrência de ideais que abraçaram. Pela presente vimos também, por razões humanitárias e de justiça, lamentar em nome das famílias daqueles que, em defesa do Estado Nacional e no cumprimento de deveres que lhes haviam sido legitimamente atribuídos, as vítimas de atentados dos quais participaram, ativa ou passivamente, alguns dos desaparecidos ontem lamentados. Cabe lembrar que aquelas famílias que pranteamos sentem a mesma imensa dor, à qual é somado o sofrimento de se verem totalmente desamparadas e ignoradas pelo Estado. O respeito aos termos legais que regem a Comissão Nacional da Verdade nos permite lembrar que o restabelecimento da História Nacional, no período indicado, deve ser completo, dando real significado a fatos históricos que têm, necessariamente, causa, meio e fim, sem qualquer outro objetivo que não seja revelar a verdade dos lados. Assim, ouvir e registrar o que ex-agentes do Estado bem como ex-militantes revelarem sobre atos em apreciação da Comissão, é imperioso. Dentro destes princípios estamos certos de que a História do nosso País poderá ser enriquecida com Verdades sem distorção de versões, para conhecimento das novas gerações a quem nos cabe legar um passado adequadamente descrito e que sirva de exemplo para o futuro. Rio de Janeiro, 17 de maio de 2012. http://clubemilitar.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Sem-T%C3%ADtulo-21-e1337372329864-300x49.jpg

Roubar pelo povo - O Globo - 20/12

CARLOS ALBERTO SARDENBERG Intelectuais ligados ao PT estão flertando com uma nova tese para lidar com o mensalão e outros episódios do tipo: seria inevitável, e até mesmo necessário, roubar para fazer um bom governo popular. Trata-se de uma clara resposta ao peso dos fatos. Tirante os condenados, seus amigos dedicados e os xiitas, ninguém com um mínimo de tirocínio sente-se confortável com aquela história da "farsa da mídia e do Judiciário". Se, ao contrário, está provado que o dinheiro público foi roubado e que apoios políticos foram comprados, com dinheiro público, restam duas opções: ou desembarcar de um projeto heroico que virou bandidagem ou, bem, aderir à tese de que todo governo rouba, mas os de esquerda roubam menos e o fazem para incluir os pobres. Vimos duas manifestações recentes dessa suposta nova teoria. Na "Folha", Fernanda Torres, em defesa de José Dirceu, buscou inspiração em Shakespeare para especular: talvez seja impossível governar sem violar a lei. No "Valor", Renato Janine Ribeiro escreveu duas colunas para concluir: comunistas revolucionários não roubam; esquerdistas reformistas roubam quando chegam ao governo, mas "talvez" tenham de fazer isso para garantir as políticas de inclusão social. Tirante a falsa sofisticação teórica, trata-se da atualização de coisa muito velha. Sim, o leitor adivinhou: o pessoal está recuperando o "rouba mas faz", criado pelos ademaristas nos anos 50. Agora é o "rouba mas distribui". Nem é tão surpreendente assim. Ainda no período eleitoral recente, Marilena Chauí havia colocado Maluf no rol dos prefeitos paulistanos realizadores de obras, no grupo de Faria Lima, e fora da turma dos ladrões. Fica assim, pois: José Dirceu não é corrupto, nem quadrilheiro - mas participou da corrupção e da quadrilha porque, se não o fizesse, não haveria como aplicar o programa popular do PT. Como se chega a esse incrível quebra-galho teórico? Fernanda Torres oferece uma pista quando comenta que o PT se toma como o partido do povo brasileiro. Ora, segue-se, se as elites são um bando de ladrões agindo contra o povo, qual o problema de roubar "a favor do povo"? Renato Janine Ribeiro trabalha na mesma tese, acrescentando casos de governos de esquerda bem-sucedidos, e corruptos. Não fica claro se são bem-sucedidos "apesar" de corruptos ou, ao contrário, por serem corruptos. Mas é para esta ultima tese que o autor se inclina. Não faz sentido, claro. Começa que não é verdade que todo governo conservador é contra o povo e corrupto. Thatcher e Reagan, exemplos máximos da direita, não roubavam e trouxeram grande prosperidade e bem-estar a seus povos. Aqui entre nós, e para ir fundo, Castello Branco e Médici também não roubavam e suas administrações trouxeram crescimento e renda. Por outro lado, o PT não é o povo. Representa parte do povo, a majoritária nas últimas três eleições presidenciais. Mas, atenção, nunca ganhou no primeiro turno e os adversários sempre fizeram ao menos 40%. E no primeiro turno de 2010, Serra e Marina fizeram 53% dos votos. Por isso, nas democracias o governo não pode tudo, tem que respeitar a minoria e isso se faz pelo respeito às leis, que incluem a proibição de roubar. E pelo respeito à opinião pública, expressa, entre outros meios, pela imprensa livre. Por não tolerar essas limitações, os partidos autoritários, à direita e à esquerda, impõem ou tentam impor ditaduras, explícitas ou disfarçadas. Acham que, por serem a expressão legítima do povo, podem tudo. Assim, caímos de novo em velha tese: os fins justificam os meios, roubar e assassinar. Renato Janine Ribeiro diz que os regimes comunistas cometeram o pecado da extrema violência física, eliminando milhões de pessoas. Mas eram eticamente puros, sustenta: gostavam de limusines e dachas, mas não colocavam dinheiro público no bolso. (A propósito, anotem aí: isto é uma prévia para uma eventual defesa de Lula, quando começam a aparecer sinais de que o ex-presidente e sua família abusaram de mordomias mais do que se sabe). Quanto aos comunistas, dizemos nós, não eram "puros" por virtude, mas por impossibilidade. Não havia propriedade privada, de maneira que os corruptos não tinham como construir patrimônios pessoais. Roubavam dinheiro de bolso e se reservavam parte do aparelho do estado, enquanto o povo que representavam passava fome. Puros? Reparem: na China, misto de comunismo e capitalismo, os líderes e suas famílias amealharam, sim, grandes fortunas pessoais. Voltando ao nosso caso brasileiro, vamos falar francamente: ninguém precisa ser ladrão de dinheiro público para distribuir Bolsa Família e aumentar o salário mínimo. Querem tudo? Dilma consegue aprovar a MP que garante uma queda na conta de luz. O Operador Nacional do Sistema Elétrico diz que haverá mais apagões porque não há como evitá-los sem investimentos que exigiriam tarifas mais caras.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

PROFETA ATOLADO

Mário Fernandez "Tomaram, então, a Jeremias e o lançaram na cisterna de Malquias, filho do rei, que estava no átrio da guarda; desceram a Jeremias com cordas. Na cisterna não havia água, senão lama; e Jeremias se atolou na lama." (Jeremias 38:6 ARA) Nós aprendemos desde cedo que lama na Bíblia representa pecado e sujeira, assim como um profeta representa, ou tipifica, um homem de Deus. Note que ele não caiu na lama, ele foi jogado. Alguns versículos adiante seu resgatador vai buscar ajuda e deixa claro que, se ele não for socorrido, morrerá de fome. Quanta gente ao nosso redor está atolada na lama, sujeita a morrer de fome, esperando alguém que se disponha a resgatar, buscar e trazer salvação. Quantos homens e mulheres de Deus poderiam estar produzindo para o Reino, mas estão apenas atolados em sua lama pessoal. Alguns estudiosos estão afirmando que tem mais crente desviado que dentro das igrejas e não é difícil de acreditar, embora seja ruim de aceitar. São amados de Deus como eu e você, mas que, por algum motivo, foram jogados na lama, ou se atiraram nela. Tudo que eles precisam é que alguém se disponha a ajudar, com fé e persistência, para que possam ser desatolados da lama e voltar ao ofício profético. Quantos pastores afastados de ministério, quantos missionários encostados à margem do caminho. Será que eu e você não podemos realmente fazer nada? Não estou dizendo que seja simples nem muito menos que seja fácil, mas levanto o questionamento de que é necessário. Com a graça de Deus nunca estive assim, mas tenho amigos assim. Quanta tristeza lembrar como eram abençoadores e abençoados e agora simplesmente anônimos no atoleiro. O etíope que socorreu Jeremias buscou ajuda do Rei, ele não fez sozinho pois sabia não ser capaz. Há de existir quem nos ajude. Talvez você pense que esse assunto não lhe diz respeito, mas preciso te dizer que eu também pensava assim. Agora tenho um amado que deixou família, saiu da igreja, mudou de cidade, refugiado nos braços da tentação. O que fazer? Agora que me dói, despertei. Te convido a compartilhar minha dor pelos atolados. "Pai, toda alma é importante e todo perdido precisa ser salvo. Mas estes que um dia Te conheceram e agora estão atolados, precisam de um instrumento Teu para seu resgate. Ajuda-nos." _______________________________________________ http://www.ICHTUS.com.br O que é ICHTUS? ICHTUS, vem do grego "ixtus", que significa peixe. Era o símbolo dos cristãos primitivos perseguidos pelo poder romano. As letras eram as iniciais das palavras Iesus Xristos Theos Huios Sopter (Jesus Cristo, Filho de Deus, o Salvador).

terça-feira, 19 de junho de 2012

Quero tempo para mim...

Eu acho que na maioria das vezes vivemos atrás de um ideal que nem sempre espelha o que realmente desejamos para as nossas vidas, deixando-nos levar pela paranóia coletiva que só enxerga o bem material e a ostentação que desperte inveja na massa ignara. Tudo isso não passa de uma tremenda tolice que ocasiona a inquietude e obriga o indivíduo a fazer coisas que trazem arrependimentos mais tarde. Com a chegada da velhice, percebemos a perda de um tempo precioso correndo ao encontro dos ideais dos outros, esquecendo-nos das reais prioridades na vida de qualquer um, entre elas a de ser feliz com o estritamente necessário para uma existência digna e sem maiores atribulações. Para que acumularmos riquezas se a vida é curta? Cada minuto é importante nessa caminhada, ainda mais por não sabermos o que virá a seguir. Precisamos ser desprendidos de coisas supérfluas que só sevem para entulhar a vida da gente com quinquilharias. Vivamos cada segundo como se fosse o último. Afinal, pode ser que seja mesmo. Ariel via e-mail.